A campanha para as eleições 2018 começam em 16 agosto, mas já há preocupações com as Fake News. Está havendo grupos e pesquisadores se modernizando com o foco de deixar as trocas de informações pelas redes sócias mais transparentes. Umas das táticas usadas por eles é tentar impedir a atuação de robôs, eles são bastante usados para espalhar boatos e noticiais falsas pelas redes.

Para esse combate foram criados alguns projetos, eles têm como objetivo auxiliar os usuários a identificar se perfis no Twitter são robôs ou se eles disseminaram algum assunto que esteja em evidência. Esses projetos são: PegaBot e o Bot ou Humano.  O Pegabot funciona analisando o histórico de postagens do perfil da rede social que você pese para ser analisado. Já o Bot ou Humano é um sistema onde é possível identificar se determinadas hashtags foram promovidas por muitos bots ou mesmo se representam movimentos promovidos por grupos demográficos específicos

Há outra frente de atuação para combater a Fake News, são as agências de checagem. Onde elas trabalham realizando a conferência da veracidade das noticias divulgadas e, principalmente, os discursos realizados pelos políticos.  Um exemplo de agência de checagem é a Lupa, que foi a primeira agência de checagem brasileira, criada em 2015.

Ela realiza trabalhos como: conferir a veracidade da informação que são disseminadas; além de realizar trabalho educativo de divulgação e capitação do trabalho de checagem no Brasil.

 

 

 

Outras iniciativas ligadas diretamente as plataformas como Facebook e Google que utilizam algoritmos para identificar a existência de Fake News, como por exemplo o Snippets. Outras iniciativas como o Vaza Falsiane e o Fatima, que mesmo sendo pouco efetivo demonstra a atenção e o cuidado para tratar as FakeNews por parte da plataforma. O Facebook disponibiliza ainda para o usuário ambientes de denúncia, cada usuário ao se deparar com um possível Fake News consegue notificar facilmente o Facebook.

Já o Google trabalha na identificação, o usuário pode realizar a confirmação de dados diretamente na tela de busca a partir de um novo sistema de cards que a empresa adicionou em sua plataforma. Assim, quando você buscar pela veracidade de algum dado, o próprio Google vai dizer se aquilo é real, mentira ou se está parcialmente correto.

Mas o principal agente disseminador de Fake News ainda é o usuário, que não verifica a veracidade da informação, não checa suas fontes, e compartilha em grupos de WhatsApp, ocasionando a viralidade da FakeNews.

 

 

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